Três Gerações, Uma Visão: Sheikh Rashid, Sheikh Mohammed & Sheikh Hamdan: do nascimento da Dubai moderna à cidade do futuro

Quando você olha para Dubai hoje, é fácil acreditar que tudo começou com petróleo.

O Burj Khalifa.

A Palm Jumeirah.

A Emirates.

O Dubai Mall.

As autoestradas atravessando o deserto.

Os hotéis que redefiniram o significado de luxo.

Os projetos que parecem ter saído de uma cidade que ainda não existe.

Mas talvez o fato mais importante para compreender Dubai seja justamente este:

a transformação da cidade começou antes do petróleo.

Para conhecer essa história, precisamos esquecer por alguns minutos os arranha-céus e voltar para as margens de uma pequena faixa de água que atravessava uma comunidade de comerciantes, pescadores, navegadores e mergulhadores de pérolas:

o Dubai Creek.

É ali que começaremos nossa viagem.

E, ao longo dela, conheceremos três gerações de uma mesma família.

Sheikh Rashid bin Saeed Al Maktoum, que criou grande parte das fundações da Dubai moderna.

Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, seu filho, que utilizou essas fundações para transformar Dubai em uma cidade global.

E Sheikh Hamdan bin Mohammed bin Rashid Al Maktoum, seu neto e Crown Prince, que hoje participa diretamente da preparação da cidade para aquilo que virá depois.

Mas a história não termina em Sheikh Hamdan.

Ao lado dele, outros filhos de Sheikh Mohammed começam a assumir responsabilidades estratégicas.

Sheikh Maktoum bin Mohammed bin Rashid Al Maktoum, ligado diretamente às finanças, à governança econômica e ao posicionamento de Dubai como centro financeiro global.

E Sheikha Latifa bint Mohammed bin Rashid Al Maktoum, cuja atuação em cultura, patrimônio, design e economia criativa ajuda Dubai a construir algo tão importante quanto infraestrutura:

identidade.

Avô.

Filho.

Netos.

Diferentes épocas.

Diferentes desafios.

Mas uma ideia parece atravessar todas elas:

Dubai não espera o futuro chegar para começar a construí-lo.


Índice

  1. Antes dos arranha-céus: onde começa a história de Dubai?
  2. Sheikh Rashid: as fundações da Dubai moderna
  3. O Dubai Creek e a decisão que mudou a cidade
  4. Dubai começou a se transformar antes do petróleo
  5. Aeroporto, Port Rashid, World Trade Centre e Jebel Ali
  6. Sheikh Rashid, Sheikh Zayed e o nascimento dos Emirados
  7. Uma ponte histórica: Sheikh Maktoum bin Rashid
  8. Sheikh Mohammed: Dubai decide competir com o mundo
  9. Emirates: de Dubai para o planeta
  10. Da infraestrutura à construção da marca Dubai
  11. D33 e Dubai 2040: planejar décadas à frente
  12. Sheikh Hamdan e a terceira geração
  13. Da cidade inteligente à cidade que antecipa o futuro
  14. Sheikh Maktoum bin Mohammed: a arquitetura financeira
  15. Sheikha Latifa: cultura, design e economia criativa
  16. Uma nova geração, diferentes responsabilidades
  17. Três gerações em uma linha do tempo
  18. Por que conhecer essa história muda a experiência de visitar Dubai?

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Antes dos arranha-céus: onde começa a história de Dubai?

Para entender Dubai, precisamos primeiro corrigir uma ideia comum.

Sheikh Rashid não fundou Dubai.

A família Al Maktoum governa o emirado desde 1833, quando aproximadamente 800 integrantes da tribo Bani Yas, liderados pela família Al Maktoum, estabeleceram-se junto ao Creek. A localização ajudaria Dubai a desenvolver uma forte vocação comercial que antecede em muito a descoberta de petróleo.

O papel histórico de Sheikh Rashid foi outro.

Talvez ainda mais interessante.

Ele recebeu uma pequena cidade comercial e ajudou a criar as estruturas que possibilitariam sua transformação em uma metrópole internacional.

É por isso que fontes oficiais do governo de Dubai se referem a ele como uma das figuras que lançaram as fundações da Dubai moderna.

E essa história começa muito antes de existir petróleo suficiente para financiá-la.


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Sheikh Rashid bin Saeed Al Maktoum: construir para uma cidade que ainda não existia

Sheikh Rashid bin Saeed Al Maktoum nasceu em Dubai em 1912.

Era filho de Sheikh Saeed bin Maktoum Al Maktoum, então Ruler de Dubai, e estudou na histórica Al Ahmadiya School, onde teve formação em estudos islâmicos, árabe e aritmética.

Mas outra escola teria grande influência sobre ele.

O Majlis.

Ainda jovem, Sheikh Rashid costumava acompanhar o conselho de seu pai, ouvindo comerciantes, cidadãos e representantes de diferentes famílias apresentarem problemas, opiniões e necessidades.

Ele observava.

Perguntava.

Tentava compreender como decisões eram tomadas.

Essa tradição de aprender próximo ao centro das decisões voltaria a aparecer nas gerações seguintes da família.

Em 1958, Sheikh Rashid assumiu o governo de Dubai.

E encontrou diante dele um problema que, à primeira vista, parecia extremamente simples:

o Creek estava ficando raso.


<a id=”creek”></a>

O Dubai Creek e uma decisão que ajuda a explicar toda a cidade

Hoje, quando nossos clientes visitam o Dubai Creek, é fácil enxergá-lo apenas como uma região histórica.

Abras atravessando a água.

Souks.

Al Fahidi.

Deira.

Bur Dubai.

Dhows de madeira.

Mas, décadas atrás, o Creek era muito mais do que um cenário.

Era uma artéria econômica.

Por ele entravam barcos, mercadorias e comerciantes.

O acúmulo de sedimentos, porém, dificultava a entrada de embarcações maiores.

Para uma economia fortemente dependente do comércio marítimo, aquilo ameaçava o próprio crescimento da cidade.

Sheikh Rashid decidiu aprofundar e ampliar o Creek.

O projeto de dragagem começou em 1959 e tornou possível receber embarcações maiores, expandindo a capacidade comercial de Dubai.

Hoje, conhecendo a Dubai que veio depois, essa decisão parece lógica.

Naquele momento, era uma aposta.

Dubai possuía recursos limitados.

E o petróleo ainda não havia sido descoberto no emirado.


💡 VOCÊ SABIA?

A transformação de Dubai começou antes do petróleo

Essa é uma das informações mais importantes deste artigo.

As obras de dragagem do Creek começaram em 1959.

O Dubai International Airport abriu em 1960.

O campo de petróleo offshore de Fateh só seria descoberto em 1966, com produção iniciada em 1969.

Portanto, dizer simplesmente que “Dubai encontrou petróleo e então construiu uma cidade” ignora uma parte essencial da história.

O petróleo foi extremamente importante.

Ele trouxe capital e acelerou projetos.

Mas não criou a vocação comercial de Dubai nem inaugurou sua visão de desenvolvimento.

A visão já estava em movimento.


<a id=”petroleo”></a>

Primeiro a visão. Depois os recursos.

Esse padrão começaria a se repetir.

Dubai não parecia perguntar apenas:

“Do que precisamos agora?”

A pergunta era mais ambiciosa:

“Do que precisaremos quando formos maiores?”

É uma maneira interessante de compreender várias decisões tomadas sob Sheikh Rashid.

O Creek estava sendo ampliado.

A cidade precisava se conectar.

E, muito antes de Dubai se tornar um grande destino turístico, Sheikh Rashid percebeu outra possibilidade:

aviação.


<a id=”infraestrutura”></a>

Da primeira pista de areia a um dos maiores aeroportos do planeta

O Dubai International Airport foi oficialmente inaugurado em 30 de setembro de 1960.

Era incomparavelmente menor do que o aeroporto onde milhões de visitantes desembarcam atualmente.

Mas a decisão havia sido tomada.

Dubai teria uma porta para o céu.

A própria Dubai Airports atribui a criação do aeroporto à visão de Sheikh Rashid e à sua percepção do potencial da aviação.

Agora avance 65 anos.

Em 2025, o DXB recebeu 95,2 milhões de passageiros, o maior tráfego anual de sua história e o maior volume anual de passageiros internacionais já registrado por um aeroporto.

De um aeroporto inaugurado em 1960 para um hub conectado a centenas de destinos.

São duas imagens da mesma cidade.

Separadas por décadas.

Mas ligadas por uma decisão inicial.


Creek. Ponte. Aeroporto. Porto.

Sheikh Rashid não estava construindo um único grande projeto.

Estava montando peças.

Aprofundar o Creek permitia mais comércio.

Conectar Deira e Bur Dubai permitia que a cidade funcionasse melhor.

O Al Maktoum Bridge tornou-se o primeiro grande crossing sobre o Creek no início dos anos 1960.

Depois vieram novas estradas, serviços públicos, infraestrutura marítima e o Shindagha Tunnel.

Em outubro de 1972, Port Rashid foi inaugurado.

E então surgiu uma ideia ainda mais ambiciosa.


Jebel Ali & a Dubal: quando pensar grande parecia exagero

Imagine Dubai na década de 1970.

Agora imagine decidir construir um enorme porto longe do então centro urbano.

Por que tão grande?

Por que tão longe?

Havia demanda suficiente?

O Jebel Ali Port foi concluído em 1979.

Hoje, conhecendo o gigantesco ecossistema logístico, industrial e empresarial que se desenvolveu naquela região, é fácil olhar para trás e considerar a decisão inevitável.

Não era.

Esse é um dos aspectos mais fascinantes de decisões visionárias:

depois que funcionam, parecem óbvias.

Antes disso, parecem excessivas.

Outro projeto decisivo de Sheikh Rashid na região de Jebel Ali foi a criação da Dubai Aluminium — DUBAL, hoje parte da Emirates Global Aluminium (EGA).

Em 1975, Sheikh Rashid assinou o decreto que estabeleceu a empresa e, no ano seguinte, começaram as obras do que seria o primeiro smelter de alumínio dos Emirados Árabes Unidos e apenas o segundo do Golfo.

A produção começou em 1979, inicialmente com capacidade de 135 mil toneladas por ano. Mais uma vez, a lógica ia além de atender às necessidades imediatas de Dubai: Sheikh Rashid estava ajudando a criar uma verdadeira base industrial, diversificando a economia para além do comércio e do petróleo.

Décadas depois, aquela iniciativa se transformaria na atual Emirates Global Aluminium, uma das grandes produtoras mundiais do setor — mais um exemplo de como projetos que pareciam enormes para a Dubai da época acabaram se tornando pilares da economia que viria depois.


1979: uma torre quase sozinha diante do deserto

No mesmo ano, outro projeto apareceria no horizonte.

A Sheikh Rashid Tower, núcleo original do Dubai World Trade Centre.

Com 39 andares e 149 metros, foi inaugurada em 1979 e tornou-se o primeiro grande business centre e torre daquele porte em Dubai. O próprio DWTC registra que o projeto foi concebido por determinação de Sheikh Rashid e que ajudaria a transformar a região que posteriormente se tornaria o corredor comercial da Sheikh Zayed Road.

Procure uma fotografia daquele edifício em seus primeiros anos.

Ele parece quase sozinho.

Ao redor, muito espaço.

Pouca cidade.

Agora pense no que existe naquele mesmo eixo hoje:

Sheikh Zayed Road.

DIFC.

Emirates Towers.

Museum of the Future.

Hotéis.

Escritórios.

Metro.

Torres de todos os formatos.

Talvez aquela imagem explique Dubai melhor do que qualquer definição.

Era como construir um marcador no deserto para uma cidade que ainda precisava chegar até ele.

E a cidade chegou.


<a id=”uniao”></a>

Sheikh Rashid, Sheikh Zayed e o nascimento dos Emirados Árabes Unidos

A influência de Sheikh Rashid não ficou restrita a Dubai.

Ao lado de Sheikh Zayed bin Sultan Al Nahyan, de Abu Dhabi, teve papel fundamental nas negociações que levaram à criação dos Emirados Árabes Unidos.

Em fevereiro de 1968, os dois líderes chegaram ao acordo entre Abu Dhabi e Dubai que serviria como base para um projeto federal mais amplo.

Em 2 de dezembro de 1971, os Emirados Árabes Unidos foram oficialmente estabelecidos.

Sheikh Rashid tornou-se Vice President da nova federação e, em 1979, também Prime Minister dos Emirados.

Quando faleceu em 7 de outubro de 1990, Dubai já era profundamente diferente daquela que ele havia assumido em 1958.

O Creek havia sido transformado.

O aeroporto existia.

Port Rashid existia.

Jebel Ali existia.

O World Trade Centre apontava para o céu.

As fundações estavam prontas.

Mas Dubai ainda estava muito longe de terminar.


<a id=”maktoum-rashid”></a>

Uma ponte histórica que não podemos apagar: Sheikh Maktoum bin Rashid

Antes de chegarmos a Sheikh Mohammed, existe uma passagem importante.

Quando Sheikh Rashid faleceu em 1990, Sheikh Mohammed não se tornou imediatamente Ruler of Dubai.

Quem assumiu foi seu irmão mais velho, Sheikh Maktoum bin Rashid Al Maktoum.

Ele governou Dubai entre 1990 e janeiro de 2006, período em que o emirado continuou sua modernização, expansão da infraestrutura e consolidação internacional.

Essa informação é importante porque preserva a sequência histórica correta.

Em janeiro de 1995, Sheikh Mohammed tornou-se Crown Prince e assumiu papel cada vez mais central na transformação econômica e estratégica do emirado.

Após o falecimento de Sheikh Maktoum bin Rashid, em janeiro de 2006, Sheikh Mohammed tornou-se Ruler.


💡 NÃO CONFUNDA OS DOIS SHEIKH MAKTOUM

Sheikh Maktoum bin Rashid Al Maktoum era filho de Sheikh Rashid, irmão de Sheikh Mohammed e governou Dubai de 1990 a 2006.

Mais adiante conheceremos Sheikh Maktoum bin Mohammed bin Rashid Al Maktoum, filho de Sheikh Mohammed, integrante da geração atual e hoje Ministro das Finanças dos Emirados Árabes Unidos.

São duas gerações e duas pessoas diferentes.


<a id=”mohammed”></a>

Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum: Dubai decide competir com o mundo

Sheikh Mohammed nasceu em Dubai em 15 de julho de 1949, terceiro dos quatro filhos de Sheikh Rashid.

Cresceu em Al Shindagha e, assim como seu pai, teve contato desde jovem com os Majlis da família e com o processo de governo.

Estudou em Dubai e, em 1966, foi para o Reino Unido, onde frequentou a Bell School of Languages, em Cambridge, e posteriormente recebeu formação militar em Mons Officer Cadet School, em Aldershot.

Em 1968, ainda muito jovem, tornou-se Head of Dubai Police and Public Security.

Com a criação dos Emirados em 1971, assumiu o cargo de Minister of Defence.

Décadas antes de se tornar Ruler, portanto, Sheikh Mohammed já estava profundamente envolvido com a construção institucional do país e de Dubai.

Mas talvez uma das histórias que melhor conecte pai e filho esteja novamente na aviação.


<a id=”emirates”></a>

Sheikh Rashid construiu o aeroporto. Sheikh Mohammed ajudou Dubai a construir uma companhia aérea global.

Em 1984, Sheikh Mohammed, então Minister of Defence, pediu a Sir Maurice Flanagan, da dnata, que estudasse a criação de uma companhia aérea para Dubai.

O plano avançou rapidamente.

Em março de 1985, a equipe recebeu a missão de colocar uma companhia aérea em operação em apenas cinco meses, com aproximadamente US$ 10 milhões de capital inicial.

Em 25 de outubro de 1985, a Emirates realizou seus primeiros voos, ligando Dubai a Karachi e Mumbai.

Existe uma bela continuidade nessa história.

Sheikh Rashid havia criado uma porta para o mundo chegar a Dubai.

A geração de Sheikh Mohammed começava a criar uma estrutura para Dubai chegar ao mundo.


4 de janeiro de 2006: começa um novo capítulo

Em 4 de janeiro de 2006, após o falecimento de Sheikh Maktoum bin Rashid, Sheikh Mohammed tornou-se oficialmente Ruler of Dubai.

No dia seguinte, foi eleito Vice President dos Emirados Árabes Unidos e, em fevereiro, tornou-se Prime Minister.

Ele continua exercendo atualmente as funções de Ruler of Dubai, Vice President e Prime Minister dos Emirados Árabes Unidos.

Mas é impossível compreender sua influência observando apenas seus títulos.

É preciso observar a cidade.


<a id=”marca-dubai”></a>

Da infraestrutura para a construção de uma marca chamada Dubai

Sheikh Rashid havia preparado infraestrutura para crescimento.

A geração de Sheikh Mohammed ampliou a ambição.

Dubai começaria a competir por:

turistas,

investidores,

empresas,

talentos,

eventos internacionais,

capital,

tecnologia,

hospitalidade

e atenção global.

Aviação.

Portos.

Free zones.

Turismo.

Mercado imobiliário.

Tecnologia.

Finanças.

Mídia.

Eventos.

A lógica deixou de ser somente construir estradas e edifícios.

Era necessário construir ecossistemas.

O DIFC, criado em 2004, ajudaria Dubai a disputar um espaço entre os grandes centros financeiros internacionais.

Dubai Internet City e outros clusters especializados ajudariam a atrair empresas globais e talentos ligados à economia do conhecimento.

E paralelamente surgiam projetos que fariam Dubai aparecer nos cartões-postais de praticamente todo o planeta.

Burj Al Arab.

Palm Jumeirah.

Downtown Dubai.

Dubai Mall.

Burj Khalifa.

Dubai Metro.

Esses projetos pertencem a entidades, empresas e momentos diferentes.

Não seria correto simplesmente afirmar que Sheikh Mohammed “construiu todos eles”.

Sua influência foi mais ampla.

Criar uma direção estratégica na qual projetos gigantescos pudessem fazer sentido juntos.


O Burj Khalifa talvez não seja apenas sobre altura

Em 4 de janeiro de 2010, o Burj Khalifa foi oficialmente inaugurado.

828 metros.

O edifício mais alto do mundo.

Mas talvez o número mais interessante não seja 828.

Talvez seja 50.

Aproximadamente cinquenta anos separavam a abertura do pequeno aeroporto de Dubai, em 1960, da inauguração do edifício mais alto do planeta.

Imagine as duas imagens.

Uma pista simples em uma cidade pequena.

Depois, uma torre que ultrapassou qualquer edifício já construído.

Essa distância entre as duas fotografias ajuda a contar toda a história.


💡 É AQUI QUE UM TOUR MUDA

Durante um tour, dizer:

“Este é o Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo.”

é fácil.

Qualquer aplicativo consegue fazer isso.

O interessante é olhar para o Burj Khalifa e conseguir enxergar também o Creek.

A primeira pista do aeroporto.

Jebel Ali.

O World Trade Centre isolado.

A Emirates começando com dois aviões arrendados.

Porque então o edifício deixa de ser somente uma atração.

Ele passa a ser consequência de uma história.


<a id=”planejamento”></a>

Dubai não parou de planejar décadas à frente

Uma característica da administração de Sheikh Mohammed é transformar o futuro em metas concretas.

O Dubai 2040 Urban Master Plan projeta uma Dubai com cerca de 7,8 milhões de habitantes em 2040, expansão das áreas verdes e recreativas e uma cidade mais integrada ao transporte público. Uma das metas é que 55% da população esteja a até 800 metros de uma grande estação de transporte coletivo.

Em janeiro de 2023, Sheikh Mohammed lançou também a Dubai Economic Agenda D33.

O plano reúne metas econômicas que totalizam AED 32 trilhões até 2033, pretende fortalecer o papel de Dubai no comércio, investimento, tecnologia e finanças e ampliar significativamente a contribuição da transformação digital para a economia.

E há simbolismo no ano.

2033 representa 200 anos desde 1833, marco do estabelecimento do governo Al Maktoum em Dubai.

Mais uma vez:

o passado e o futuro aparecem na mesma frase.


<a id=”hamdan”></a>

Sheikh Hamdan bin Mohammed: a terceira geração

Agora chegamos ao presente.

Sheikh Hamdan bin Mohammed bin Rashid Al Maktoum nasceu em Dubai em 14 de novembro de 1982.

É filho de Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum e Sheikha Hind bint Maktoum bin Juma Al Maktoum.

Estudou inicialmente em Dubai e depois no Reino Unido, formando-se na Royal Military Academy Sandhurst. Também frequentou programas especializados em economia na London School of Economics e na Dubai School of Government.

Mas novamente aparece algo curioso nessa família:

o Majlis.

A biografia oficial de Sheikh Hamdan destaca sua proximidade com Sheikh Mohammed e sua presença constante nos centros de tomada de decisão.

Seu pai havia aprendido observando a geração de Sheikh Rashid.

Hamdan faria algo semelhante observando Sheikh Mohammed.

É uma transferência de conhecimento que não acontece apenas em universidades.

Acontece dentro do governo.


De Crown Prince a responsabilidades nacionais

Em 1º de fevereiro de 2008, Sheikh Hamdan foi nomeado Crown Prince of Dubai.

Hoje é também Chairman of The Executive Council of Dubai.

E, desde julho de 2024, passou a exercer funções no governo federal como Deputy Prime Minister e Minister of Defence dos Emirados Árabes Unidos.

Por isso é limitado descrevê-lo apenas como “o futuro Ruler de Dubai”.

Sheikh Hamdan já participa diretamente da administração do presente.

E aquilo que está sob sua liderança ajuda a revelar quais serão algumas das prioridades da próxima fase.


<a id=”ia”></a>

Se Sheikh Rashid construiu infraestrutura e Sheikh Mohammed construiu escala global, o que a geração de Hamdan está construindo?

Cada geração recebeu uma Dubai diferente.

Sheikh Rashid precisava criar as condições para a cidade funcionar e crescer.

Sheikh Mohammed precisou transformá-la em uma plataforma internacional.

Sheikh Hamdan recebe uma cidade que já é global.

Seu desafio é outro:

como mantê-la competitiva em um mundo que muda cada vez mais rápido?

É aqui que aparecem inteligência artificial, dados, digitalização, mobilidade avançada, sustentabilidade e qualidade de vida.

Em 2024, Sheikh Hamdan aprovou a Dubai Quality of Life Strategy 2033, com mais de 200 projetos e iniciativas distribuídos por áreas como mobilidade, ambiente urbano, cultura, saúde, educação, segurança e bem-estar.

A mensagem é significativa.

Depois de décadas perguntando como construir a cidade, Dubai começa cada vez mais a perguntar:

como é viver dentro da cidade que construímos?


Da cidade inteligente à cidade que consegue simular o futuro

Talvez um dos melhores exemplos da nova fase seja o Dubai Digital Twin.

Em julho de 2026, Sheikh Hamdan acompanhou o lançamento de uma nova fase da plataforma de “gêmeo digital” de Dubai.

O sistema cria representações digitais da cidade e integra dados que podem apoiar planejamento urbano, gestão de infraestrutura, simulações e tomada de decisão.

Uma das fases do projeto já havia produzido modelos 3D de mais de 195 mil edifícios de Dubai.

Agora compare isso com o início da nossa história.

Em 1959, o problema era físico:

precisamos aprofundar o Creek.

Em 2026, Dubai desenvolve ferramentas capazes de simular partes da própria cidade antes de tomar decisões no mundo físico.

São apenas três gerações separando essas duas realidades.


Fazza: tradição e futuro na mesma pessoa

Sheikh Hamdan também é conhecido como Fazza, pseudônimo utilizado em sua poesia Nabati.

Segundo sua biografia oficial, o nome está relacionado, no dialeto Emirati, à ideia de uma pessoa que se apressa para ajudar e apoiar os outros.

Essa dimensão ajuda a entender por que sua figura representa algo muito Dubai.

Poesia Nabati.

Cavalos.

Deserto.

Herança Emirati.

Ao mesmo tempo:

tecnologia.

IA.

Economia digital.

Smart cities.

Exploração espacial.

Planejamento urbano.

O futuro de Dubai não precisa significar abandonar o passado.

A proposta parece ser:

carregá-lo adiante.


<a id=”maktoum-mohammed”></a>

Sheikh Hamdan não está sozinho: Sheikh Maktoum bin Mohammed e a arquitetura financeira da próxima Dubai

Aqui a narrativa fica ainda mais interessante.

Porque Sheikh Mohammed não está preparando apenas uma pessoa para continuar sua visão.

Uma nova geração de seus filhos já ocupa posições estratégicas em diferentes áreas.

Um dos principais nomes é Sheikh Maktoum bin Mohammed bin Rashid Al Maktoum.

Atualmente, ele é First Deputy Ruler of Dubai, Deputy Prime Minister e Minister of Finance dos Emirados Árabes Unidos.

Também preside o Higher Board do Dubai International Financial Centre — DIFC.

Pode parecer menos visual do que construir uma torre.

Mas pense no que isso significa.

Dubai quer crescer como:

centro financeiro,

centro de investimentos,

sede de multinacionais,

hub para family offices,

fintechs,

fundos,

bancos,

gestoras

e capital internacional.

Para isso, edifícios não são suficientes.

É preciso construir outra infraestrutura.

Confiança.

Governança.

Regulação.

Políticas fiscais.

Mercados financeiros.

Instituições.

Previsibilidade.

E conexões internacionais de capital.

É justamente aí que Sheikh Maktoum exerce uma de suas funções mais importantes.


DIFC: um novo tipo de porto

Existe uma metáfora que ajuda a conectar Sheikh Maktoum à história do avô.

O Dubai Creek recebia barcos e mercadorias.

Jebel Ali passou a receber navios e comércio internacional em enorme escala.

Dubai International conecta pessoas.

E o DIFC conecta capital.

O centro foi criado em 2004 para estabelecer em Dubai uma plataforma financeira internacional conectando mercados do Oriente Médio, África e Sul da Ásia aos grandes centros financeiros globais.

Sob a liderança de Sheikh Maktoum, o DIFC está diretamente associado às ambições da D33 e à estratégia de consolidar Dubai entre os grandes centros financeiros internacionais.

Essa infraestrutura não aparece em uma fotografia turística da mesma maneira que o Burj Khalifa.

Mas sem ela, grande parte da Dubai do futuro simplesmente não poderia ser financiada.


💡 DO PORTO DE MERCADORIAS AO PORTO DE CAPITAL

Talvez possamos resumir assim:

Sheikh Rashid criou infraestrutura para movimentar mercadorias.

Sheikh Mohammed criou ecossistemas para movimentar pessoas, empresas e oportunidades.

Sheikh Maktoum ajuda a fortalecer as estruturas capazes de movimentar e proteger capital.

Os instrumentos mudam.

A lógica de conexão permanece.


<a id=”latifa”></a>

Sheikha Latifa bint Mohammed: uma cidade global também precisa ter alma

Mas existe outra dimensão da Dubai do futuro.

Porque uma cidade pode possuir aeroportos espetaculares.

Estradas impecáveis.

Grandes bancos.

Tecnologia avançada.

E mesmo assim não se tornar uma das grandes cidades do mundo.

Falta algo.

Cultura.

Identidade.

Design.

Patrimônio.

Arte.

Arquitetura.

Histórias.

Criatividade.

Talento.

E é nesse espaço que aparece Sheikha Latifa bint Mohammed bin Rashid Al Maktoum.

Ela é Chairperson da Dubai Culture and Arts Authority — Dubai Culture, a entidade que trabalha para fortalecer o ecossistema cultural e criativo do emirado.

Sua atuação ajuda Dubai a transformar cultura não apenas em patrimônio a ser preservado, mas também em economia do futuro.


Cultura também é economia

Em 2021, Sheikh Mohammed lançou a Dubai Creative Economy Strategy.

O plano buscava ampliar fortemente a contribuição dos setores criativos à economia, atrair criadores e empresas e transformar Dubai em um dos grandes centros mundiais da economia criativa.

A implementação da estratégia ficou sob o patrocínio de Sheikha Latifa e supervisão da Dubai Culture em cooperação com diferentes parceiros.

E “economia criativa” é muito mais ampla do que parece.

Inclui:

design,

arquitetura,

moda,

cinema,

música,

publicação,

arte,

mídia,

conteúdo,

games,

patrimônio,

eventos culturais

e diversas atividades baseadas em criatividade e propriedade intelectual.

Ou seja:

o próximo grande ativo de Dubai nem sempre chegará dentro de um contêiner.

Às vezes chegará dentro da cabeça de um designer, arquiteto, artista, empreendedor ou criador.

Uma ideia.


Sheikha Latifa, design e d3

Existe aqui uma correção importante.

Sheikha Latifa não administra diretamente o Dubai Design District — d3.

O d3 faz parte do TECOM Group e funciona como um ecossistema especializado em design, moda, arquitetura e arte.

Mas sua atuação está profundamente conectada ao desenvolvimento desse setor.

A Dubai Design Week acontece no d3 sob seu patrocínio e em parceria com Dubai Culture e o próprio Dubai Design District.

E existe algo ainda mais significativo.

Em 2024, Sheikha Latifa aprovou a Design Sector Strategy 2033, criada para fortalecer a posição de Dubai como hub global de design. A estratégia prevê apoio a empresas do setor, desenvolvimento de talentos, educação em design, novos eventos e crescimento da capacidade de Dubai de atrair criativos internacionais.

Isso transforma design em algo maior do que estética.

Transforma-o em política econômica.


E o turismo?

Outra precisão importante:

Sheikha Latifa não é a responsável institucional pelo Dubai Tourism.

O setor está sob o Dubai Department of Economy and Tourism — DET, atualmente dirigido por Helal Saeed Almarri.

Mas seria um erro concluir que o trabalho de Sheikha Latifa não influencia turismo.

Muito pelo contrário.

Quanto mais madura uma cidade se torna como destino, menos ela pode depender somente de grandes atrações.

Museus.

Patrimônio.

Arte.

Design.

Gastronomia.

Distritos criativos.

Arquitetura.

Festivais.

História.

São essas experiências que começam a transformar uma cidade de “lugar para visitar” em destino cultural.

E essa camada é fundamental para a próxima Dubai.


Preservar o passado também faz parte de construir o futuro

Existe algo especialmente interessante no papel de Sheikha Latifa dentro desta história.

Sheikh Rashid representa uma Dubai que muitos visitantes atuais quase não conseguem imaginar.

Uma Dubai ligada ao Creek.

Aos souks.

Às casas tradicionais.

À vida marítima.

À cultura Emirati.

Ao mesmo tempo em que Dubai constrói inteligência artificial, novos bairros e uma economia global, alguém precisa garantir que essa história não desapareça.

A própria Dubai Culture atua como guardiã de patrimônio, museus, sítios históricos e manifestações culturais, além de desenvolver a economia criativa.

Isso cria uma conexão bonita entre a primeira e a terceira geração.

O futuro precisa saber de onde veio.


<a id=”nova-geracao”></a>

A verdadeira terceira geração de Dubai

Talvez agora possamos ampliar nossa definição.

O futuro de Dubai não estará concentrado em uma única função.

Ele já está sendo distribuído em diferentes pilares.

Sheikh Hamdan bin Mohammed

Representa cada vez mais a liderança executiva, o governo, tecnologia, inteligência artificial, qualidade de vida, defesa e grandes estratégias da próxima fase.

Sheikh Maktoum bin Mohammed

Atua em finanças públicas, mercados, investimento, governança econômica e na infraestrutura financeira necessária para sustentar uma cidade global.

Sheikha Latifa bint Mohammed

Fortalece cultura, patrimônio, design, criatividade, talentos e a economia criativa que dará identidade à Dubai do futuro.

Não são três projetos separados.

Eles se complementam.

Hamdan ajuda a definir para onde a cidade vai.

Maktoum ajuda a fortalecer a estrutura econômica capaz de sustentá-la.

Latifa ajuda a garantir que, enquanto avança, Dubai continue tendo identidade, criatividade e relevância cultural.


Talvez esse seja um dos maiores legados de Sheikh Mohammed

Durante décadas vimos Sheikh Mohammed construir Dubai.

Agora começamos a observar outro processo.

A formação da geração que deverá continuar esse projeto.

Essa nova geração não recebe uma pequena cidade comercial às margens do Creek.

Recebe uma metrópole internacional.

E isso torna o desafio muito diferente.

Sheikh Rashid precisava provar que Dubai poderia crescer.

Sheikh Mohammed precisava provar que Dubai poderia competir com o mundo.

A próxima geração precisa provar outra coisa:

que Dubai consegue permanecer entre as cidades mais relevantes do planeta mesmo quando o próprio mundo está mudando cada vez mais rápido.

Tecnologicamente.

Financeiramente.

Culturalmente.

Economicamente.

Urbanisticamente.

E humanamente.


<a id=”timeline”></a>

Três gerações em uma linha do tempo

Ano Marco O que ele representa
1833 Família Al Maktoum estabelece seu governo em Dubai Origem da dinastia que continua governando o emirado
1958 Sheikh Rashid torna-se Ruler Início de uma fase decisiva da Dubai moderna
1959 Dragagem do Dubai Creek Comércio e infraestrutura antes do petróleo
1960 Dubai International Airport abre Dubai começa a se conectar pelo ar
1966 Descoberta do campo Fateh Petróleo acelera uma visão que já estava em andamento
1969 Início da produção em Fateh Novos recursos para o desenvolvimento
1971 Fundação dos Emirados Árabes Unidos Sheikh Rashid e Sheikh Zayed ajudam a criar a Federação
1972 Port Rashid Expansão marítima
1979 Jebel Ali e World Trade Centre Dubai começa a construir para uma escala futura
1985 Primeiros voos da Emirates Dubai passa a levar sua própria conexão ao mundo
1990 Sheikh Maktoum bin Rashid assume Dubai Continuidade e modernização
1995 Sheikh Mohammed torna-se Crown Prince A internacionalização acelera
2006 Sheikh Mohammed torna-se Ruler Dubai entra em nova fase global
2008 Sheikh Hamdan torna-se Crown Prince A terceira geração assume papel central
2023 D33 Dubai define metas econômicas até 2033
2024 Hamdan assume funções federais; Design Strategy 2033 avança A nova geração amplia suas responsabilidades
2026 Dubai Digital Twin Planejamento urbano entra em nova era digital
2033 Horizonte da D33 e de diversas estratégias 200 anos desde o marco de 1833
2040 Dubai Urban Master Plan O próximo grande desenho urbano da cidade

As três gerações explicadas de maneira simples

Se precisássemos resumir toda essa história em poucas frases, talvez fosse assim:

Sheikh Rashid construiu as fundações.

Ele percebeu que Dubai precisava de infraestrutura antes mesmo de possuir toda a demanda que um dia justificaria essa infraestrutura.

Sheikh Mohammed transformou essas fundações em uma cidade global.

Criou e impulsionou uma estratégia que conectou aviação, comércio, turismo, negócios, investimentos, tecnologia e desenvolvimento urbano.

A geração de Sheikh Hamdan começa agora a construir a próxima camada.

Uma Dubai mais digital.

Mais inteligente.

Mais financeiramente sofisticada.

Mais criativa.

Mais voltada para talentos.

E cada vez mais preocupada não apenas em crescer, mas em ser um lugar onde pessoas queiram viver, trabalhar, criar, investir e permanecer.


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Por que conhecer essa história muda completamente sua experiência em Dubai?

Porque depois que você conhece a história, começa a enxergar outra cidade.

Você pode atravessar o Dubai Creek e ver apenas água.

Ou pode imaginar Sheikh Rashid olhando para aquele mesmo Creek e tomando uma decisão que ajudaria a mudar o destino econômico de Dubai.

Você pode olhar para o Dubai World Trade Centre e enxergar apenas um prédio antigo diante de tantas torres modernas.

Ou pode imaginar aquela torre praticamente sozinha no final da década de 1970, antes que a cidade crescesse ao seu redor.

Você pode desembarcar no Dubai International Airport e pensar apenas na sua viagem.

Ou descobrir que tudo começou com um aeroporto inaugurado em 1960 e comparar aquilo com os mais de 95 milhões de passageiros recebidos em 2025.

Você pode entrar no DIFC e enxergar restaurantes, escritórios e edifícios modernos.

Ou perceber que está dentro de uma infraestrutura criada para fazer Dubai participar do fluxo mundial de capital.

Você pode caminhar pelo Dubai Design District e pensar apenas em arquitetura e cafés modernos.

Ou compreender que está diante de uma economia na qual design, criatividade e talento estão sendo tratados como ativos estratégicos.

E você pode olhar para o Museum of the Future como simplesmente um edifício espetacular.

Ou perceber algo muito mais interessante:

a obsessão de Dubai pelo futuro não começou quando aquele museu foi inaugurado.

Ela vem atravessando gerações.


É essa Dubai que queremos mostrar na JGF TOURS

Um bom Tour por Dubai pode mostrar onde estão os principais pontos turísticos.

Mas um Tour Privativo com história e contexto consegue fazer algo diferente.

Ele conecta os pontos.

Creek.

Shindagha.

World Trade Centre.

Sheikh Zayed Road.

DIFC.

Downtown Dubai.

Burj Khalifa.

Museum of the Future.

d3.

Os lugares deixam de ser atrações independentes.

Passam a formar uma sequência.

E quando essa sequência é narrada enquanto você percorre a própria cidade, a experiência muda.

Porque você não está apenas ouvindo sobre Sheikh Rashid.

Você está diante da Dubai que ele começou a construir.

Não está apenas ouvindo sobre Sheikh Mohammed.

Você está atravessando a cidade global que cresceu sob sua liderança.

E não está apenas falando sobre Sheikh Hamdan, Sheikh Maktoum e Sheikha Latifa.

Você está olhando para uma Dubai que ainda está sendo construída diante dos seus olhos.


Do Creek à Cidade do Futuro

Talvez a melhor forma de terminar essa história seja voltando ao ponto onde começamos.

À água.

Sheikh Rashid olhou para um Creek que precisava ser aprofundado e imaginou uma cidade comercial maior.

Seu filho, Sheikh Mohammed, recebeu uma cidade muito mais preparada e imaginou que Dubai poderia competir com as grandes metrópoles do mundo.

Hoje, seus filhos recebem uma cidade que já é global.

E começam a enfrentar uma pergunta ainda mais complexa:

como manter Dubai relevante no mundo que está surgindo?

A resposta começa a aparecer em várias frentes.

Inteligência artificial.

Finanças.

Dados.

Qualidade de vida.

Design.

Cultura.

Economia criativa.

Mobilidade.

Talentos.

Planejamento urbano.

Mas talvez exista uma única ideia ligando tudo isso.

Em Dubai, o futuro raramente é tratado como algo distante.

É tratado como um projeto.

E projetos precisam começar antes de estarem prontos.

Foi assim com o Creek.

Foi assim com o aeroporto.

Foi assim com Jebel Ali.

Foi assim com a Emirates.

Foi assim com tantas partes da cidade que hoje parecem inevitáveis.

E talvez seja por isso que a pergunta mais interessante ao visitar Dubai não seja:

“O que eles construíram aqui?”

Talvez seja:

“O que eles já estão preparando para construir depois?”


Conheça a história por trás de Dubai com a JGF TOURS

Na JGF TOURS, acreditamos que conhecer Dubai vai muito além de visitar os cartões-postais.

Durante nossos Tours Privativos em Português, conectamos os principais lugares da cidade à sua história, à cultura Emirati, às decisões que transformaram o emirado e aos projetos que estão preparando seu futuro.

Porque fotografar Dubai é fácil.

Entender Dubai é outra experiência.

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